O arsênico borbulha na panela, as praças de névoa, o sino pede um refresco e não toca, por mais que se dependurem na sua corda e ele se mova pra lá e para cá não adianta, ele não toca.
Grupos permanecem em silêncio, as pessoas se afastaram, eu, infelizmente estou cansado e com sono demais para continuar. Autômato me deito com um livro na mão. Não há ninguém ao meu lado, não posso me cobrir, não posso continuar, boa-noite.
R.B.
Um comentário:
Gostei do blogue, Ricardo.
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